Taylor Swift: 20 músicas que marcam sua trajetória musical

Taylor Swift: 20 músicas que marcam sua trajetória musical

Completando 20 anos de carreira nesta sexta-feira (19), Taylor Swift, 36, trilhou uma trajetória marcada por grandes narrativas e letras que transformam sentimentos em histórias. Dos primeiros passos no country até a consolidação como uma das maiores artistas do mundo, a estrela passou por romances, recomeços e mudanças de estilo. Essa jornada pode ser vista claramente em suas canções, que refletem as distintas fases de sua carreira.

Para celebrar duas décadas de trajetória, a CNN reuniu 20 músicas que ajudam a contar a evolução de Taylor Swift — dos primeiros passos com “Tim McGraw” até a fase mais recente de sua carreira.

Evolução musical de Taylor Swift

“Tim McGraw” (2006)

A música que marcou a estreia de Taylor Swift na música, aos 16 anos, pelo gênero country. A faixa já vinha marcada pela habilidade da loirinha (como é carinhosamente apelidada pelos fãs) em transformar vivências pessoais em histórias universais. Essa ligação sentimental estabelecida desde o começo fez com que fãs se identificassem com sua música.

“Picture to Burn” (2006)

Assim como “Tim McGraw”, “Picture to Burn” veio no primeiro álbum de estúdio da artista, intitulado “Taylor Swift”. A faixa country mostrou um lado mais “provocador” da artista, que ia além das baladas românticas e trouxe uma nova camada a sua identidade musical no início da carreira.

“Love Story” (2008)

Um dos maiores clássicos da carreira, levou Taylor ao alcance global. A música transformou uma narrativa de amor impossível em um hino pop, que atravessa gerações de fãs da artista. A faixa é do segundo disco dela, “Fearless”, que rendeu à diva seu primeiro Grammy, de Melhor Álbum do Ano.  Essa canção é um exemplo perfeito da capacidade de Taylor de contar histórias envolventes com emoções profundas.

“Mr. Perfectly Fine” (2021)

Resgatada dos arquivos de “Fearless”, anos depois do lançamento do álbum original, a faixa mostrou a Taylor irônica e afiada que os fãs também admiraram no começo da carreira, ao falar, sem pudor, sobre os defeitos de um homem que partiu seu coração. A canção criou um vínculo forte com o público, reafirmando seu domínio sobre a narrativa musical.

“Long Live” (2010)

Do terceiro álbum de estúdio, “Speak Now”, “Long Live” é uma homenagem à trajetória construída ao lado dos fãs. A faixa virou símbolo dos momentos marcantes da carreira e da conexão com o público, ao trazer uma Taylor celebrando sua equipe e admiradores, enfatizando a importância dessa relação na sua evolução.

“All Too Well” (2012)

Considerada uma das melhores composições de Taylor, a música consolidou sua reputação como grande contadora de histórias. A versão estendida com 10 minutos de duração, reforçou ainda mais o peso da faixa, que pertence ao quarto álbum lançado, “Red”. A profundidade emocional e os detalhes narrativos a tornaram um clássico instantâneo entre os fãs.

“We Are Never Ever Getting Back Together” (2012)

Também do álbum “Red”, a música representou a chegada definitiva de Taylor ao pop. O refrão marcante tornou a faixa um sucesso gigantesco e marcou uma transição clara do country para o pop, evidenciando a versatilidade da artista e seu amor por novas sonoridades.

“Shake It Off” (2014)

O primeiro single da era “1989” apresentou uma Taylor totalmente pop. A música se tornou um manifesto sobre críticas, fama e a importância de seguir em frente, solidificando ainda mais o seu lugar na indústria musical ao se reinventar com confiança.

“Wildest Dreams” (2014)

Uma das faixas mais cinematográficas da cantora, com uma sonoridade grandiosa. Mostrou o lado mais sonhador da fase pop do disco “1989”, revelando a habilidade de Taylor de criar visões vívidas em suas letras, que transportam os ouvintes para cenários emocionais.

“Look What You Made Me Do” (2017)

A faixa marcou uma das maiores reinvenções da carreira de Swift com a era “Reputation”. Nesta, Taylor brincou com a própria imagem pública e respondeu aos julgamentos que sofreu ao longo dos últimos anos. “Look What You Made Me Do” marcou a “morte” da sua imagem de “boa moça” e fez uma transição clara para uma persona mais sombria e vingativa, aprofundando o diálogo com sua base de fãs.

“Delicate” (2017)

Por trás da estética mais sombria de “Reputation”, a faixa revelou vulnerabilidade e insegurança sobre se permitir amar, um tema forte no álbum e uma continuidade da evolução emocional que permeia sua discografia.

“Cruel Summer” (2019)

Uma das músicas pop mais queridas pelos fãs, ganhou ainda mais força anos depois do lançamento. Misturando euforia, paixão e o caos emocional de um romance intenso, características marcantes do álbum “Lover”, consolidou sua habilidade de capturar momentos efêmeros com imensa profundidade emocional.

“Cardigan” (2020)

“Cardigan” apresentou a nova fase folk e introspectiva do álbum “Folklore”, escrito, produzido e lançado por Taylor Swift na pandemia. A música mostrou a estrela explorando personagens e narrativas mais literárias, revelando um novo lado da sua musicalidade.

“Exile” (2020)

Feat com Bon Iver, “Exile” é um dueto marcado pela melancolia e pelo desencontro, trazendo uma nova profundidade à narrativa musical. É uma representação emocionante da complexidade dos relacionamentos, característica na nova fase da artista.

“Champagne Problems” (2020)

Uma das faixas mais emocionais do álbum “Evermore”, considerado “álbum irmão” de “Folklore”. Com uma narrativa em terceira pessoa, Taylor explora culpa, arrependimento e a complexidade dos sentimentos de quem fica para trás no relacionamento, mostrando um crescimento contínuo em sua habilidade de composição.

“Anti-Hero” (2022)

O retrato mais sincero da cantora sobre inseguranças e autocrítica, presente no disco “Midnights”. A faixa trouxe Taylor falando diretamente sobre seus próprios conflitos e como se sente como o problema dentro das próprias relações, revelando vulnerabilidades que a tornam ainda mais relatável.

“You’re On Your Own, Kid” (2022)

Uma retrospectiva da cantora sobre a própria jornada, sonhos, solidão e crescimento. A música conecta o passado da artista com tudo que ela conquistou, se tornando um dos hits dos fãs para celebrar o amor pela carreira da artista, demonstrando seu poder de se conectar em um nível profundo.

“I Can Do It With a Broken Heart” (2024)

Mostra o contraste entre dor pessoal e a obrigação de continuar performando. A faixa conversa diretamente com a relação de Taylor com fama e palco, especialmente durante a turnê mundial “The Eras Tour”, mostrando como ela lida com complexidades emocionais e profissionais.

“The Fate of Ophelia” (2025)

The Fate of Ophelia é o principal single do álbum mais recente da cantora, “The Life of a Showgirl”. A música utiliza a trágica personagem Ofélia, da obra Hamlet de Shakespeare, como uma poderosa metáfora literária. A canção marcou o retorno da artista ao auge dos sucessos mais pop comerciais, destacando sua contínua evolução.

“I Knew It, I Knew You” (2026)

A faixa é parte da trilha sonora oficial do mais novo filme “Toy Story 5” e marca o retorno da diva às raízes da música country, sendo contada sob a perspectiva da personagem Jessie, a boneca caubói. Taylor escreveu e produziu a faixa em poucas horas, que foi aprovada de primeira pela equipe do filme, evidenciando sua capacidade de criar músicas autenticamente significativas rapidamente.

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