Os recentes terremotos na Venezuela, com magnitudes de 7.2 e 7.5, impactaram diversas áreas do Brasil, especialmente quatro capitais: Manaus (AM), Belém (PA), Boa Vista (RR) e Macapá (AP).
Após esses eventos sísmicos, as autoridades brasileiras tomaram precauções, evacuando alguns prédios como medida de segurança. Até agora, não foram reportados danos estruturais ou vítimas em território brasileiro, o que é um alívio dado a intensidade dos tremores.
Veja imagens do terremoto na Venezuela
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Mulher caminha com crianças após um terremoto, em Caracas, Venezuela, em 24 de junho de 2026 • REUTERS
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Pessoas se reúnem enquanto equipes de emergência atuam no local de prédio desabado em Caracas após terremotos na Venezuela • REUTERS
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Pessoas próximas de prédios destruídos após um terremoto, em La Guaira, na Venezuela, em 25 de junho de 2026 • REUTERS
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Membros da Guarda Nacional Bolivariana montam guarda no local de um prédio desabado, que foi isolado, após um terremoto em Caracas, na Venezuela, em 24 de junho de 2026 • Leonardo Fernandez Viloria/REUTERS
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Equipes de emergência em um prédio danificado após um terremoto, em La Guaira, Venezuela, em 24 de junho de 2026 • Maxwell Briceno/REUTERS
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Prédio desaba em Caracas após terremoto 25 de junho de 2026 • Gaby Oraa/REUTERS
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Risco de novos tremores
O Centro de Sismologia da USP apontou que a distância entre os epicentros na Venezuela e as cidades brasileiras protege nosso território de impactos mais severos. No entanto, a probabilidade de réplicas, ou tremores secundários, é uma expectativa comum nos dias após ocorrências dessa magnitude.
Ainda assim, as autoridades de segurança estão atentas, monitorando a situação na região Norte do Brasil.
Monitoramento e vistorias
Em Belém, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil já começaram vistorias em edifícios localizados nos bairros de Umarizal e Jurunas, após o surgimento de relatos sobre objetos que balançavam. No Amazonas, tremores também foram percebidos em municípios como Barcelos e Iranduba, onde as autoridades permanecem em estado de alerta.
(Com informações de Thiago Félix e Tayana Narcisa da CNN Brasil)